Mais 3 manifestantes são mortos na Bolívia; Militares negam disparo
Por Marieta Cazarré, correspondente em Montevidéu

- Domingo começa com neblina e termina com calor em São Paulo; veja a previsãoEstado terá predomínio de tempo firme, baixa umidade no interior e possibilidade de nevoeiros durante a manhã
- PM salva recém-nascido engasgado em base policial na Zona Sul de São Paulo; veja o vídeoBebê de apenas três dias chegou à Base Comunitária Klabin sem reação e voltou a respirar após manobras realizadas por policiais militares
- Dia do Vira-Lata: conheça as leis de São Paulo que reforçam a proteção aos animaisEstado aprovou normas que incentivam a adoção responsável, proíbem o acorrentamento permanente e reconhecem cães e gatos como seres sencientes
- Sol e tempo seco predominam em São Paulo neste sábado (1º); veja a previsãoMassa de ar seco mantém o tempo firme no estado, enquanto a faixa leste pode ter nevoeiro e chuva fraca no início do dia
- Tempo em São Paulo: quinta-feira (30) será de frio, muitas nuvens e chance de chuvaApós a passagem da frente fria, temperaturas caem na capital e o tempo permanece instável ao longo do dia
Três mortes e 25 pessoas feridas. Este foi o resultado de mais uma jornada de conflitos entre manifestantes e policiais na cidade de El Alto, na Bolívia, ontem (19). Nesta cidade, um grupo de manifestantes explodiu, com dinamites, muros da planta da YPFB, empresa pública de petróleo. Carros também foram incendiados. O governo afirma que nenhum disparo foi feito pelas Forças Armadas.
As cidades de La Paz e El Alto estão sofrendo desabastecimento de combustíveis e alimentos devido aos bloqueios das estradas. O governo está enviando carnes, verduras e ovos em aviões de carga, para suprir as necessidades básicas das populações dessas cidades.
Depois dos incidentes, o ministro da Defesa, Fernando López, lamentou que uma operação pacífica, planejada para a transferir combustível e gás da fábrica da região de Senkata, na cidade de El Alto, para La Paz, tenha terminado com um saldo tão negativo.
“Lamentavelmente registramos 25 feridos e três mortes. Até agora, não temos a autópsia, mas quero esclarecer que o Exército não disparou um único projétil, as Forças Armadas continuam com a premissa de diálogo permanente”, afirmou López.

Oficialmente, o governo da Bolívia já registrou 26 mortes desde o início dos protestos, após a realização das eleições no dia 20 de outubro.
O ministro da Defesa afirmou ainda que os eventos violentos de ontem foram gerados por pessoas que “estão sendo pagas para causar terror, pânico e destruição de propriedades estatais”. López disse ainda que esses grupos, que não têm propostas, “querem semear o terror” enquanto o governo está determinado a abrir o diálogo com todos os setores para alcançar a paz no país.







