São Paulo

Prisão de funcionário de Guaidó gera reações

A prisão de Roberto Marrero, chefe de gabinete de Juan Guaidó, autodeclarado presidente da Venezuela, gerou reações de líderes estrangeiros. Marrero foi detido de madrugada de ontem (21) por funcionários do serviço secreto do governo de Nicolás Maduro. Também ameçado, o deputado de oposição Sergio Vergara denunciou a ação e afirmou ter escapado por alegar o respeito à imunidade parlamentar.

Em nota, o Grupo de Lima, formado por Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai e Peru, condenou a prisão de Marrero e a ameaça a Vergara.

“Integrantes do Grupo de Lima rechaçam e condenam energicamente a detenção do ilegal do senhor Roberto Marrero e o ataque inaceitárvel à casa do deputado Sergio Vergara”, diz o comunicado.

No texto, os líderes chamam o governo de Maduro de “regime ditatorial” e reiteram o pedido para libertação de Marrero, assim como o respeito à imunidade parlamentar de Vergara.

A Organização das Nações Unidas (ONU), nas redes sociais, disse estar preocupada com a detenção e cobrou respostas do governo Maduro. “Instamos o governo a respeitar rigorosamente o devido processo e a revelar imediatamente seu paradeiro.”

Nivaldo Lima

Nivaldo Lima é jornalista profissional com 31 anos de atuação na imprensa brasileira. Durante sua carreira, trabalhou em diversos veículos de comunicação, desenvolvendo experiência na cobertura de política, segurança pública, trânsito, serviços e assuntos de interesse da população. Atualmente é repórter cinematográfico na Tv Band de São Paulo e editor do portal São Paulo Agora, portal dedicado à cobertura dos principais acontecimentos da cidade de São Paulo e da Região Metropolitana, com compromisso com a informação responsável, verificada e de interesse público.

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