Após mais de dois meses, dólar fecha abaixo de R$ 4

- Extensão da Linha 4-Amarela do Metrô vai gerar 876 vagas de emprego até 2026Obras que levarão o metrô até Taboão da Serra abrem oportunidades em mais de 80 profissões
- Operação Feriado: Saída para o Litoral Sul registra fluxo tranquilo, mas exige atenção com neblina na serraMotoristas que seguem para as praias neste 9 de julho encontram rodovias com tráfego fluido, mas a visibilidade reduzida requer cautela redobrada na descida da serra
- Feriado de 9 de Julho terá tempo seco e mudança no clima no fim de semana em SPDefesa Civil alerta para índices baixos de umidade até sexta-feira (10) e chegada de frente fria a partir de sábado (11)
- Mais de 32 milhões de veículos devem circular nas rodovias de SP durante o feriado de 9 de JulhoDER-SP e concessionárias montam operação especial para atender o aumento do fluxo nas estradas entre os dias 8 e 13 de julho
- O celular virou o verdadeiro cassino: como o UX está redesenhando a experiência dos jogos online no BrasilAvanço das plataformas para celulares impulsiona novas tecnologias, transmissões ao vivo e interfaces mais rápidas
Em mais um dia de otimismo no mercado financeiro, a moeda norte-americana fechou abaixo de R$ 4 pela primeira vez em mais de dois meses e a bolsa voltou a bater recorde. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (28) vendido a R$ 3,992, com recuo de R$ 0,017 (-0,44%). A última vez em que a divisa tinha fechado nesse nível foi em 15 de agosto (R$ 3,99).
O dólar operou em baixa durante toda a sessão. Na mínima do dia, por volta das 12h, a cotação chegou a R$ 3,975. A moeda acumula queda de 3,94% em outubro.
No mercado de ações, o dia também foi marcado pelo otimismo. O índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia aos 108.187 pontos, com alta de 0,77%. O indicador voltou a atingir o nível mais alto da história, superando o recorde anterior (107.543), registrado na última quarta-feira (23).
Desde a aprovação em segundo turno da reforma da Previdência, na semana passada, o dólar tem caído, e a bolsa subido, com alguns dias de oscilações. O cenário internacional também tem contribuído para o otimismo no mercado financeiro.
A indicação de que o presidente norte-americano, Donald Trump, quer assinar parte do acordo comercial com a China antes da cúpula Fórum de Cooperação Econômica da Ásia-Pacífico (Apec), que ocorrerá em 16 e 17 de novembro, aliviou as pressões sobre o dólar. A decisão da União Europeia de concordar em adiar o Brexit (saída do Reino Unido do bloco) para 31 de janeiro também trouxe alívio aos mercados internacionais.







