Collor é investigado em esquema de lavagem de dinheiro
Por Alex Rodrigues

- Capivara é resgatada com flecha cravada no corpo na Represa Guarapiranga, em São PauloAnimal silvestre foi encontrado ferido na Zona Sul da capital e caso será investigado como possível crime ambiental
- Previsão do tempo: frente fria traz chuva e queda nas temperaturas em São PauloCapital paulista deve alternar períodos de sol e pancadas de chuva ao longo da semana, segundo a Defesa Civil
- Quem pode participar do programa da CDHU? Veja os requisitos para concorrer a uma moradiaFamílias de baixa renda, pessoas solteiras e diferentes arranjos familiares podem participar, desde que atendam aos critérios estabelecidos pela companhia
- Previsão do tempo em São Paulo: veja como fica o clima neste fim de semanaCapital paulista terá manhãs frias, tardes mais amenas e chance de chuva isolada no sábado, segundo a Defesa Civil
- Viatura da PM tomba após calçada ceder em frente ao Morumbis antes de show de Harry StylesAcidente ocorreu na tarde desta sexta-feira (24); ninguém ficou ferido e apresentação foi mantida pela organização do evento
Setenta policiais federais participam de uma operação deflagrada nas primeiras horas da manhã de hoje (11), em Maceió (AL) e Curitiba (PR), para cumprir 16 mandados de busca e apreensão contra suspeitos de participação em um suposto esquema de lavagem de dinheiro.
Um dos alvos da operação apelidada como Arremate é o ex-presidente da República, atualmente senador, Fernando Collor de Mello (Pros-AL). O cumprimento dos mandados de busca e apreensão foi autorizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), já que o parlamentar tem foro especial por prerrogativa de função, ou seja, foro privilegiado, só podendo ser investigado com a autorização da Corte.
Procurada, a assessoria do senador informou à Agência Brasil que Collor ainda não havia se pronunciado sobre o assunto. A reportagem não conseguiu contato com o advogado do parlamentar.
Segundo a Polícia Federal (PF), os investigados são suspeitos de adquirir imóveis em leilões de bens públicos realizados nos anos de 2010, 2011, 2012 e 2016. Ainda de acordo com a PF, os envolvidos recorriam a “laranjas”, pessoas que arrematavam os imóveis com o suposto propósito de ocultar os reais compradores.
A PF apura se a aquisição dos imóveis servia para ocultar e dissimular a utilização de recursos de origem ilícita e ocultar o patrimônio dos principais beneficiários do esquema. Investigadores estimam que, desta forma, os envolvidos movimentaram cerca de R$ 6 milhões (valores ainda não corrigidos).
Se confirmadas as suspeitas, os envolvidos poderão responder pelos crimes de lavagem de ativos, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato, falsificação e por participação em organização criminosa.







