São Paulo

“Juízes devem ser olimpicamente independentes”, diz Fux

Por  Akemi Nitahara

Luiz Fux, ministro do Supremo Tribunal Federal
(Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Fux disse hoje (17), ao participar do seminário A Magistratura que Queremos, na Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro(Emerj), que juízes devem ser “olimpicamente independentes”.

Fux citou o Projeto Florença que liderou o movimento de acesso à Justiça no final da década de 1970, coordenado pelo jurista italiano Mauro Cappelletti e com a participação de diversos países e de pesquisadores de vários campos do conhecimento.

“A Justiça é a ponte por onde passam todas as misérias e todas as aberrações. Nós, juízes, devemos ser, em primeiro lugar, independentes. Olimpicamente independentes. Temos que deter, por dever de ofício, um conhecimento enciclopédico, uma nobreza de caráter e, acima de tudo, temos a arte de fazer a justiça caridosa, uma caridade justa”.

Durante sua palestra, citando juristas internacionais, o ministro afirmou ainda que uma das funções da Justiça é ser acessível a todos. “A essência primária do acesso à Justiça é exatamente tornar acessível à Justiça as pessoas pobres”, movidas por solidariedade ética.

Nivaldo Lima

Nivaldo Lima é jornalista profissional com 31 anos de atuação na imprensa brasileira. Durante sua carreira, trabalhou em diversos veículos de comunicação, desenvolvendo experiência na cobertura de política, segurança pública, trânsito, serviços e assuntos de interesse da população. Atualmente é repórter cinematográfico na Tv Band de São Paulo e editor do portal São Paulo Agora, portal dedicado à cobertura dos principais acontecimentos da cidade de São Paulo e da Região Metropolitana, com compromisso com a informação responsável, verificada e de interesse público.

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