São Paulo

Médicos consideraram interromper tratamento do Papa Francisco e deixá-lo morrer

Equipe médica enfrentou dilema ético durante agravamento do estado de saúde do pontífice em fevereiro

Em uma revelação recente, o Dr. Sergio Alfieri, chefe da equipe médica que cuidou do Papa Francisco no Hospital Gemelli, em Roma, declarou que, durante uma grave crise de saúde em 28 de fevereiro, os médicos consideraram suspender o tratamento para permitir que o pontífice tivesse uma morte em paz. O Papa, de 88 anos, enfrentava uma infecção respiratória grave que levou a complicações significativas.

Médicos consideraram interromper tratamento do Papa Francisco e deixá-lo morrer
Equipe médica enfrentou dilema ético durante agravamento do estado de saúde do pontífice em fevereiro(Facebook Vatican News)

Segundo Alfieri, a equipe médica enfrentou um dilema ético: interromper o tratamento ou aplicar todas as terapias possíveis, mesmo com o risco de comprometer outros órgãos. A decisão de continuar com o tratamento foi influenciada por Massimiliano Strappetti, enfermeiro pessoal do Papa, que insistiu em tentar todas as opções disponíveis, afirmando conhecer os desejos do pontífice.

Felizmente, o Papa Francisco respondeu positivamente às intervenções médicas e recebeu alta em 23 de março, após 38 dias de internação. Atualmente, ele segue em recuperação no Vaticano, realizando fisioterapia respiratória para retomar plenamente suas funções.

Nivaldo Lima

Nivaldo Lima é jornalista profissional com 31 anos de atuação na imprensa brasileira. Durante sua carreira, trabalhou em diversos veículos de comunicação, desenvolvendo experiência na cobertura de política, segurança pública, trânsito, serviços e assuntos de interesse da população. Atualmente é repórter cinematográfico na Tv Band de São Paulo e editor do portal São Paulo Agora, portal dedicado à cobertura dos principais acontecimentos da cidade de São Paulo e da Região Metropolitana, com compromisso com a informação responsável, verificada e de interesse público.

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