Michelle Bolsonaro deixa hospital após cirurgia estética
Por Felipe Pontes

- Deic prende suspeito de fabricar placas falsas usadas pelo crime organizado no ABC PaulistaOperação em São Bernardo do Campo desmantelou fábrica clandestina de placas veiculares e apreendeu maquinário profissional e uma pistola 9 mm
- Defesa Civil emite alerta para baixa umidade em São Paulo; ar fica abaixo de 30% em diversas regiõesAvisos foram enviados por SMS neste domingo (19); tempo seco deve continuar nos próximos dias por causa de um bloqueio atmosférico
- CDHU abre inscrições para seleção de mil famílias que poderão comprar o primeiro imóvel em São PauloCadastro começa nesta segunda-feira (21) e contempla 1.000 moradias distribuídas em 15 empreendimentos na capital paulista
- Rodízio de veículos em São Paulo: confira as restrições desta terça-feira (21)Carros com placas finais 3 e 4 não podem circular no centro expandido nos horários de pico
- PATs oferecem mais de 10,5 mil vagas de emprego em São Paulo nesta semanaOportunidades estão distribuídas em mais de 200 unidades do estado; capital concentra o maior número de vagas
A primeira-dama Michelle Bolsonaro recebeu alta na manhã deste sábado (4) do hospital em Brasília em que estava internada após a realização, na última quinta-feira (2), de cirurgias estéticas. Ela retornou ao Palácio da Alvorada por volta das 11h30.
Segundo boletim médico divulgado pelo hospital DF Star e assinado pelo cirurgião plástico Régis de Souza Ramos Júnior, após os procedimentos a primeira-dama apresentou “ótima evolução clínica”.
Ontem (3), ao falar com jornalistas no saguão do hospital, o médico disse que Michelle estava “caminhando, comendo de tudo e muito animada”.
Michelle passou por três procedimentos estéticos, sendo dois na região do abdome e uma troca das próteses de silicone nos seios.
Na barriga, foram feitas correções de diástase (afastamento do músculo abdominal) e de uma hérnia umbilical, ocorrência comum em mulheres que passaram por gestações. Já a troca do silicone se deu porque as próteses tinham mais de 10 anos e geravam desconforto na primeira-dama.







