Protestos em defesa da Amazônia reúne ativistas e artistas
Por Vinícius Lisboa

- Deic prende suspeito de fabricar placas falsas usadas pelo crime organizado no ABC PaulistaOperação em São Bernardo do Campo desmantelou fábrica clandestina de placas veiculares e apreendeu maquinário profissional e uma pistola 9 mm
- Defesa Civil emite alerta para baixa umidade em São Paulo; ar fica abaixo de 30% em diversas regiõesAvisos foram enviados por SMS neste domingo (19); tempo seco deve continuar nos próximos dias por causa de um bloqueio atmosférico
- CDHU abre inscrições para seleção de mil famílias que poderão comprar o primeiro imóvel em São PauloCadastro começa nesta segunda-feira (21) e contempla 1.000 moradias distribuídas em 15 empreendimentos na capital paulista
- Rodízio de veículos em São Paulo: confira as restrições desta terça-feira (21)Carros com placas finais 3 e 4 não podem circular no centro expandido nos horários de pico
- PATs oferecem mais de 10,5 mil vagas de emprego em São Paulo nesta semanaOportunidades estão distribuídas em mais de 200 unidades do estado; capital concentra o maior número de vagas
Manifestantes se reuniram na tarde de hoje (25) na Praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, para pedir o combate ao desmatamento e às queimadas na Floresta Amazônica.
O ato contou com a presença de organizações não-governamentais, ativistas, políticos e artistas como os cantores Caetano Veloso, Criolo e Tereza Cristina. O protesto percorreu a pista da Avenida Vieira Souto junto à orla, em direção ao Jardim de Alah.
Os manifestantes cantaram clássicos da música popular brasileira e ergueram cartazes com dizeres como “Não queimem o nosso futuro” e “A Amazônia não aguenta mais”.
Entre os manifestantes havia crianças, idosos, jovens e adultos, e o ato transcorreu com tranquilidade. Não houve impacto no trânsito, já que a pista da Avenida Vieira Souto é fechada como espaço de lazer todos os domingos.
Na última sexta-feira, mais protestos contra o desmatamento levaram manifestantes a diversas cidades brasileiras, entre elas Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília .
Os incêndios na Amazônia chamaram a atenção da comunidade internacional nesta semana e foram discutidos na Cúpula do G7, que reuniu os chefes de Estado de Estados Unidos, Alemanha, Japão, França, Reino Unido, Itália e Canadá. Anfitrião do encontro, o francês Emmanuel Macron, declarou neste domingo que é necessário ajudar os países da Amazônia a combater os incêndios o mais rápido possível.
Na última sexta-feira (23), o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) autorizando o emprego das Forças Armadas no combate aos incêndios. O envio dos militares dependerá da solicitação de cada governador da região, que inclui os estados de Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, Tocantins e Maranhão. Entre esses estados, apenas Maranhão e Amapá ainda não requisitaram o apoio federal.
*Com informações da Agência Brasil








