Suspeito de ligação com Al-Qaeda entrou no Brasil
Por André Richter
- Menino de 10 anos, filho de um policial civil, morre baleado em tentativa de roubo em SPCriança estava na garupa da motocicleta conduzida pelo pai, um policial civil do Deic; um suspeito morreu e outro conseguiu fugir
- Fluminense vira sobre o Palmeiras, encerra jejum e esquenta disputa pela liderança do BrasileirãoCano marcou nos acréscimos e garantiu vitória por 3 a 2 no Maracanã; Verdão desperdiçou chance de ampliar vantagem na liderança
- São Paulo terá domingo de calor e umidade em níveis críticosMassa de ar seco mantém sol e temperaturas elevadas no estado; capital pode chegar aos 29°C e interior terá até 35°C
- MPF apura suposta ação da Polícia Militar contra Haddad em São PauloProcuradoria Eleitoral pediu identificação de policiais, rotas e ordens de serviço para esclarecer episódio envolvendo o candidato em São Paulo
- Prédio desaba em São Bernardo do Campo e deixa quatro feridosImóvel desabou no Jardim Calux na manhã deste sábado (15); quatro pessoas foram socorridas e famílias vizinhas deixaram suas casas por segurança

O Federal Bureau of Investigation (FBI, polícia federal norte-americana) está a procura, no Brasil, de um egípcio suspeito de ter atuado para o grupo terrorista Al-Qaeda. O governo brasileiro informou que está aberto para cooperar com as autoridades dos Estados Unidos na busca por Mohamed Ahmed Elsayed Ahmed Ibrahim.

Em nota conjunta, os ministérios das Relações Exteriores e da Justiça e Segurança Pública confirmaram que o egípcio entrou no Brasil em 2018 e obteve autorização de residência. Segundo o governo brasileiro, ele está em situação migratória regular. “O governo brasileiro está aberto a cooperar com as autoridades norte-americanas no que for solicitado, nos termos de nossa legislação, e está acompanhando o caso”, diz a nota.
Por meio de uma mensagem divulgada no Twitter, o FBI diz que Ahmed Ibrahim deve ser considerado “armado e perigoso”. Segundo o órgão de investigação norte-americano, ele é procurado para interrogatório sobre suposta atuação como “agente facilitador de ataques contra os Estados Unidos”.








