Estado registrou 384 casos de Sarampo entre janeiro e julho
Por Flávia Albuquerque
- Guarda civil é morta a tiros na Rodovia dos Imigrantes, na Zona Sul de São PauloPolícia investiga possível latrocínio após agente ser encontrada sem arma
- Reabertura do Estreito de Ormuz derruba preço do petróleo e alivia mercado globalDecisão do Irã durante trégua com os EUA reduz temores de crise no abastecimento
- Trânsito intenso marca descida para o litoral no feriado de Tiradentes em São PauloMotoristas enfrentam lentidão no Sistema Anchieta-Imigrantes no início do feriado prolongado
- Pesquisa aponta vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula em eventual 2º turno em SPLevantamento do Paraná Pesquisas mostra cenário competitivo no maior colégio eleitoral do país
- Campanha de vacinação contra gripe é reforçada em São Paulo com chegada do outonoImunização segue até o fim de maio e é indicada principalmente para grupos de risco
A Secretaria Estadual de Saúde confirmou 384 casos de sarampo no estado de São Paulo de janeiro a 15 de julho deste ano. Desses, 272 casos estão concentrados na capital, o que representa 70% da incidência, de acordo com dados divulgados ontem (15) pela secretaria.
Com isso, a campanha de vacinação contra o sarampo vai prosseguir até o dia 16 de agosto na capital paulista. O prazo é válido para as cidades que começaram a campanha na semana passada: Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul.
A meta é vacinar mais de 900 mil jovens e adultos de 19 a 29 anos nas cinco cidades que iniciaram a campanha na última semana.
Na capital, a campanha começou em 10 de junho, com o objetivo de vacinar 2,9 milhões jovens paulistanos. Até o momento, foram vacinadas cerca de 74 mil pessoas.
No dia 20 de julho, haverá um Dia D em todas as cidades. A ação é oportunidade para que pessoas ainda não imunizadas compareçam a um posto de saúde em seu tempo livre.
A faixa etária dos 19 aos 29 anos é considerada mais vulnerável a infecções devido à menor procura pela segunda dose da vacina. Por isso, a imunização é destinada a esse público, que não precisa a presentar a carteira para tomar a vacina.
Profissionais de saúde das redes pública e privada também devem estar imunizados, considerando a possibilidade de contato com pessoas infectadas.
As gestantes e imunodeprimidos, como pessoas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos, não devem tomar a vacina.







