Evo renuncia na Bolívia; Bolsonaro, Lula e outros políticos comentam

- GCM encerra baile funk irregular e apreende veículos em CarapicuíbaAção ocorreu no bairro Cidade Ariston e teve como foco coibir perturbação do sossego e infrações
- Carro cai de ponte na Raposo Tavares e deixa motorista preso nas ferragensAcidente ocorreu na altura do km 17 e mobiliza equipes de resgate na noite deste sábado
- São Paulo terá chuva forte com risco de ventos e mar agitado no fim do feriadoDefesa Civil alerta para temporais, rajadas de vento e risco de alagamentos no litoral paulista
- Homem mata esposa a tiros em São Bernardo do Campo e foge após o crimeCrime ocorreu dentro da casa da vítima; filhos estavam no imóvel no momento dos disparos
- Homem é preso por furto de estruturas metálicas na Zona Sul de São PauloSuspeito foi localizado após denúncia e confessou o crime durante abordagem policial
O presidente da Bolívia, Evo Morales, renunciou hoje (10) após protestos e pressão de militares do país, informam agências de notícias. Evo anunciou a renúncia em transmissão de TV e tinha, ao lado, o vice-presidente, Álvaro García Linera, que também renunciou.
Mais cedo, Evo havia convocado novas eleições gerais. Ele relatou que casa de parentes e políticos foram atacadas durante o fim de semana, inclusive da irmã de Evo Morales.
O presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse, por meio de uma rede social, que “denúncias de fraude nas eleições culminaram na renúncia” do presidente da Bolívia. Bolsonaro completou defendendo a contagem manual de votos também no Brasil.
O governador de São Paulo, João Doria, compartilhou uma notícia sobre a renúncia e chamou Evo de “ditador”, além de afirmar que o mundo comemora a saída do presidente da Bolívia.
Já partidos de esquerda aqui no Brasil reforçaram o discurso de Evo Morales, de que há um golpe na Bolívia. O Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, solto na sexta-feira (8), após mais de um ano preso, também se manifestou. Lula lamentou a existência na América Latina de “uma elite econômica que não saiba conviver com a democracia e com a inclusão social dos mais pobres”.







