Mais 3 manifestantes são mortos na Bolívia; Militares negam disparo
Por Marieta Cazarré, correspondente em Montevidéu

- Rodízio em São Paulo: veículos com placas finais 5 e 6 não podem circular nesta quarta-feira (17)Restrição vale nos horários de pico e abrange todo o centro expandido da capital paulista
- Mortes no trânsito caem mais de 10% em São Paulo e atingem menor patamar do anoDados do Infosiga apontam redução de óbitos entre motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres em maio
- Frio continua em São Paulo nesta quarta-feira com mínima de 6°C na Serra da MantiqueiraMassa de ar polar mantém temperaturas baixas, favorece geadas isoladas e deixa o tempo firme em grande parte do estado
- São Paulo amanhece nublado e pode ter chuva com raios nesta terça-feiraBaixada Santista e Vale do Paraíba devem registrar os maiores volumes de chuva ao longo do dia
- Explosão imobiliária em São Paulo levanta alerta sobre capacidade da infraestrutura urbanaCrescimento acelerado de novos empreendimentos reacende debate sobre trânsito, saneamento e qualidade de vida na capital
Três mortes e 25 pessoas feridas. Este foi o resultado de mais uma jornada de conflitos entre manifestantes e policiais na cidade de El Alto, na Bolívia, ontem (19). Nesta cidade, um grupo de manifestantes explodiu, com dinamites, muros da planta da YPFB, empresa pública de petróleo. Carros também foram incendiados. O governo afirma que nenhum disparo foi feito pelas Forças Armadas.
As cidades de La Paz e El Alto estão sofrendo desabastecimento de combustíveis e alimentos devido aos bloqueios das estradas. O governo está enviando carnes, verduras e ovos em aviões de carga, para suprir as necessidades básicas das populações dessas cidades.
Depois dos incidentes, o ministro da Defesa, Fernando López, lamentou que uma operação pacífica, planejada para a transferir combustível e gás da fábrica da região de Senkata, na cidade de El Alto, para La Paz, tenha terminado com um saldo tão negativo.
“Lamentavelmente registramos 25 feridos e três mortes. Até agora, não temos a autópsia, mas quero esclarecer que o Exército não disparou um único projétil, as Forças Armadas continuam com a premissa de diálogo permanente”, afirmou López.

Oficialmente, o governo da Bolívia já registrou 26 mortes desde o início dos protestos, após a realização das eleições no dia 20 de outubro.
O ministro da Defesa afirmou ainda que os eventos violentos de ontem foram gerados por pessoas que “estão sendo pagas para causar terror, pânico e destruição de propriedades estatais”. López disse ainda que esses grupos, que não têm propostas, “querem semear o terror” enquanto o governo está determinado a abrir o diálogo com todos os setores para alcançar a paz no país.







