Segurança

Investigadores pedem prisão de PM indiciado por matar estudante de medicina

Crime aconteceu durante uma abordagem policial

A Polícia Civil de São Paulo concluiu, na última sexta-feira (3), o inquérito que apurava a morte do estudante de medicina Marco Aurélio Cardenas Acosta durante abordagem policial. O procedimento foi relatado à Justiça com pedido de prisão preventiva do policial militar Guilherme Augusto Macedo, autor do disparo, por homicídio doloso eventual.

Marco Aurélio Cardenas Acosta era estudante de medicina (Rede social)

ocorrência que levou à morte do estudante se deu por volta das 2h50 do dia 20 de novembro, na escadaria de um hotel na Rua Cubatão, na Vila Mariana, zona sul da capital paulista. Ele foi morto com um tiro à queima-roupa disparado pelo policial, por volta das 2h50, na escadaria de um hotel na Rua Cubatão, na Vila Mariana, zona sul da cidade.

O policial já havia sido indiciado no inquérito policial militar (IPM) por homicídio doloso e permanece afastado das atividades, assim como o PM que o acompanhava no dia do ocorrido, informou a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo. Segundo a pasta, a autoridade policial aguarda a manifestação do Poder Judiciário. 

Nivaldo Lima

Nivaldo Lima é jornalista profissional com 31 anos de atuação na imprensa brasileira. Durante sua carreira, trabalhou em diversos veículos de comunicação, desenvolvendo experiência na cobertura de política, segurança pública, trânsito, serviços e assuntos de interesse da população. Atualmente é repórter cinematográfico na Tv Band de São Paulo e editor do portal São Paulo Agora, portal dedicado à cobertura dos principais acontecimentos da cidade de São Paulo e da Região Metropolitana, com compromisso com a informação responsável, verificada e de interesse público.

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