Trump afirma que ofensiva contra o Irã atingiu “centenas de alvos” e promete manter ataques
Presidente dos EUA diz que líderes militares iranianos foram mortos e faz ultimato às forças armadas do país
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a se pronunciar neste domingo (1º) sobre a ofensiva militar norte-americana contra o Irã, que intensificou o conflito no Oriente Médio. Em novo discurso, o republicano afirmou que a operação atingiu centenas de alvos estratégicos, incluindo instalações da Guarda Revolucionária e sistemas de defesa aérea iranianos.

Segundo Trump, integrantes da cúpula militar do país foram eliminados durante os bombardeios. “As operações de combate continuam neste momento com força total, e continuarão até que todos os nossos objetivos sejam alcançados. Temos objetivos muito fortes”, declarou.
Continuidade da ofensiva
O presidente afirmou que os ataques não serão interrompidos até que as metas militares sejam cumpridas. Ele também mencionou baixas entre soldados norte-americanos e prometeu retaliação.
“Infelizmente, é possível que haja mais [baixas]”, disse. Trump acrescentou que os militares mortos serão vingados.
Ainda durante o pronunciamento, o líder americano fez um apelo direto às forças iranianas, oferecendo imunidade em caso de rendição. “Entreguem as suas armas e recebam total imunidade, ou encarem a morte certa”, afirmou.
Mortes na liderança iraniana
Mais cedo, Trump declarou que 48 membros da liderança iraniana teriam morrido na ofensiva iniciada no sábado (28/2). Entre as vítimas estaria o líder supremo do Irã, Ali Khamenei, além de outras autoridades do regime.
De acordo com a mídia estatal iraniana, os bombardeios deixaram mais de 200 mortos e cerca de 700 feridos em diferentes regiões do país, incluindo a capital Teerã.
Retaliação iraniana
Em resposta, o Irã lançou ataques contra bases militares dos Estados Unidos em países do Golfo. Segundo informações divulgadas pelas autoridades norte-americanas, três soldados americanos morreram e outros cinco ficaram gravemente feridos nas ações retaliatórias.
O cenário mantém o Oriente Médio em estado de alerta máximo, com temor de ampliação do conflito e envolvimento de outros países da região.







