Tarcísio critica “lideranças envelhecidas” e cita Lula durante evento em São Paulo
Governador de São Paulo afirmou que o Brasil precisa de renovação política e criticou a permanência de figuras antigas no poder
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, criticou lideranças políticas que considera “envelhecidas” durante evento realizado neste sábado (25), no interior paulista. Posteriormente, ele citou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao comentar sobre a necessidade de renovação no país.

Tarcísio defende renovação política no Brasil
Durante discurso em Monteiro Lobato, no interior de São Paulo, o governador afirmou que o poder é passageiro e que a política brasileira precisa abrir espaço para novas gerações.
Segundo ele, a lentidão na substituição de lideranças é um dos principais entraves para o avanço do país.
“O poder vai passar e tem que passar mesmo. A gente precisa de renovação”, afirmou.
Governador critica permanência de lideranças antigas
Sem mencionar nomes inicialmente, Tarcísio disse que parte da classe política resiste à renovação e acaba dificultando mudanças no cenário nacional.
Posteriormente, ao ser questionado, ele afirmou que se referia ao presidente Lula, além de outras lideranças políticas.
“Essa turma não tem mais que contribuir, está na hora de largar o osso”, declarou.
Declarações destacam necessidade de novas gerações
O governador também afirmou que políticos que não acompanham as transformações atuais podem comprometer o desenvolvimento do país.
De acordo com ele, novas lideranças chegam mais preparadas para lidar com desafios contemporâneos.
“Vem gente mais nova, mais competente e mais atualizada”, disse.
Cenário político mira eleições de 2026
No cenário eleitoral de 2026, o presidente Lula deve buscar a reeleição.
Entre os possíveis adversários está o senador Flávio Bolsonaro, que deve contar com apoio de Tarcísio.
O governador chegou a ser cogitado como candidato à Presidência, mas ficou fora da disputa após a indicação do nome ligado ao grupo político do ex-presidente Jair Bolsonaro.