Estado registrou 384 casos de Sarampo entre janeiro e julho
Por Flávia Albuquerque
- 8/1: Moraes vota pela rejeição de recursos contra cúpula da PMDF condenadaRelator do STF mantém entendimento sobre omissão de ex-comandantes da PMDF nos atos de 8 de janeiro
- Operação Impacto apreende quase 100 kg de drogas em 12 horas e prende 35 pessoas em SPAção mobiliza tropas especializadas, drones e reforço nas rodovias na véspera do Carnaval
- Carnaval em São Paulo será de calor e pancadas de chuva; veja a previsão completaTempo abafado favorece chuvas rápidas entre a tarde e a noite na capital
- Operação Verão Integrada reforça monitoramento e atendimento no litoral de SPGoverno amplia ações preventivas e estrutura emergencial durante a alta temporada
- Toffoli se afasta de investigação do Banco Master após reunião no STFDecisão foi tomada depois que ministros analisaram relatório da Polícia Federal com menções ao magistrado
A Secretaria Estadual de Saúde confirmou 384 casos de sarampo no estado de São Paulo de janeiro a 15 de julho deste ano. Desses, 272 casos estão concentrados na capital, o que representa 70% da incidência, de acordo com dados divulgados ontem (15) pela secretaria.
Com isso, a campanha de vacinação contra o sarampo vai prosseguir até o dia 16 de agosto na capital paulista. O prazo é válido para as cidades que começaram a campanha na semana passada: Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul.
A meta é vacinar mais de 900 mil jovens e adultos de 19 a 29 anos nas cinco cidades que iniciaram a campanha na última semana.
Na capital, a campanha começou em 10 de junho, com o objetivo de vacinar 2,9 milhões jovens paulistanos. Até o momento, foram vacinadas cerca de 74 mil pessoas.
No dia 20 de julho, haverá um Dia D em todas as cidades. A ação é oportunidade para que pessoas ainda não imunizadas compareçam a um posto de saúde em seu tempo livre.
A faixa etária dos 19 aos 29 anos é considerada mais vulnerável a infecções devido à menor procura pela segunda dose da vacina. Por isso, a imunização é destinada a esse público, que não precisa a presentar a carteira para tomar a vacina.
Profissionais de saúde das redes pública e privada também devem estar imunizados, considerando a possibilidade de contato com pessoas infectadas.
As gestantes e imunodeprimidos, como pessoas submetidas a tratamento de leucemia e pacientes oncológicos, não devem tomar a vacina.







