São Paulo

São Paulo registra 44 casos confirmados de mpox em 2026, diz Secretaria da Saúde

Estado contabiliza 171 notificações neste ano e mantém vigilância ativa nas unidades de saúde

O estado de São Paulo contabiliza, até o momento, 44 casos confirmados de mpox em 2026, de acordo com dados divulgados pelo Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. As informações constam no painel atualizado pelo Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (NIES), responsável pelo acompanhamento epidemiológico da doença.

So Paulo registra 44 casos confirmados de mpox em 2026 diz Secretaria da Sade
Estado contabiliza 171 notificações neste ano e mantém vigilância ativa nas unidades de saúde(Imagem criada por IA)

Ao todo, o sistema estadual reúne 171 notificações neste ano. Desse total, 62 permanecem sob investigação, 53 já foram descartadas e um caso é tratado como provável. Os números indicam que o monitoramento segue ativo nas redes pública e privada de saúde.

A mpox é uma infecção viral provocada por um agente da mesma família da varíola. A transmissão ocorre, principalmente, por meio do contato direto com lesões de pele, secreções respiratórias ou fluidos corporais de pessoas contaminadas, além do compartilhamento de objetos que possam estar infectados.

Em comparação com 2025, quando o estado encerrou o ano com 422 confirmações e 1.943 notificações, os registros de 2026 permanecem em patamar inferior. Desde o primeiro diagnóstico em território paulista, em 2022, já foram confirmados mais de 6 mil casos e cerca de 26,5 mil notificações. No período, três mortes foram associadas à doença.

Segundo a Secretaria da Saúde, os protocolos de vigilância epidemiológica continuam em funcionamento, com testagem, rastreamento de contatos e acompanhamento clínico dos pacientes. A orientação das autoridades sanitárias é que pessoas com sintomas como febre, dores no corpo e lesões cutâneas procurem atendimento médico para avaliação e, se necessário, realização de exames.

Especialistas destacam que, embora o vírus ainda esteja em circulação, os dados atuais não indicam cenário de nova epidemia no país. Ainda assim, reforçam que a manutenção da vigilância é fundamental para evitar aumento expressivo de casos e garantir resposta rápida diante de qualquer mudança no quadro epidemiológico.

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