Grupo invade prédio na Frei Caneca e mobiliza Polícia Militar no centro de São Paulo
Ocupantes entraram em imóvel particular durante a madrugada e deixaram o edifício após negociação com a Polícia Militar; caso foi levado ao 78º DP

Um grupo invadiu um prédio particular na Rua Frei Caneca, na região da Consolação, no centro de São Paulo, durante a madrugada desta segunda-feira (5). A ocorrência mobilizou equipes da Polícia Militar, do Batalhão de Ações Especiais de Polícia (Baep) e do Corpo de Bombeiros.
Segundo informações iniciais, o vigilante responsável pela segurança do imóvel teria sido retirado do prédio durante a entrada do grupo.
A Polícia Militar foi acionada e iniciou uma negociação com as pessoas que estavam no edifício. O grupo deixou o local de forma pacífica, sem necessidade de uma retirada forçada.
Até a última atualização, não havia confirmação de que os envolvidos pertençam a algum movimento organizado.
Grupo deixa imóvel após negociação com a PM
A ocorrência começou durante a madrugada e mobilizou diferentes equipes de segurança e emergência na região da Frei Caneca.
O Baep participou da operação, enquanto o Corpo de Bombeiros também foi acionado para acompanhar a ocorrência.
Após a negociação conduzida pela polícia, os ocupantes deixaram o prédio sem confronto.
Não há informação, até o momento, sobre pessoas feridas durante a ação.
Depois da saída do grupo, móveis desmontados e danificados foram encontrados acumulados na calçada em frente ao edifício.
Assistência social foi acionada
Equipes de assistência social também foram mobilizadas para avaliar a situação das pessoas envolvidas na ocorrência.
A Prefeitura de São Paulo informou que não havia ocorrido acionamento prévio relacionado ao episódio.
Após a invasão, equipes do Serviço Especializado de Abordagem Social foram encaminhadas ao endereço.
O imóvel é de propriedade privada.
Polícia Civil deve apurar ocorrência
O caso foi encaminhado ao 78º Distrito Policial, nos Jardins.
A Polícia Civil deverá apurar as circunstâncias da entrada do grupo no imóvel, além do relato envolvendo o vigilante e eventuais danos encontrados no edifício.
Até a última atualização, as autoridades não haviam divulgado a identidade das pessoas envolvidas.
Também não havia confirmação oficial sobre eventual ligação dos ocupantes com movimentos de moradia ou qualquer outra organização.




