Índio adolescente morto sofria ameaças, diz família

- Deic prende suspeito de fabricar placas falsas usadas pelo crime organizado no ABC PaulistaOperação em São Bernardo do Campo desmantelou fábrica clandestina de placas veiculares e apreendeu maquinário profissional e uma pistola 9 mm
- Defesa Civil emite alerta para baixa umidade em São Paulo; ar fica abaixo de 30% em diversas regiõesAvisos foram enviados por SMS neste domingo (19); tempo seco deve continuar nos próximos dias por causa de um bloqueio atmosférico
- CDHU abre inscrições para seleção de mil famílias que poderão comprar o primeiro imóvel em São PauloCadastro começa nesta segunda-feira (21) e contempla 1.000 moradias distribuídas em 15 empreendimentos na capital paulista
- Rodízio de veículos em São Paulo: confira as restrições desta terça-feira (21)Carros com placas finais 3 e 4 não podem circular no centro expandido nos horários de pico
- PATs oferecem mais de 10,5 mil vagas de emprego em São Paulo nesta semanaOportunidades estão distribuídas em mais de 200 unidades do estado; capital concentra o maior número de vagas
Duas pessoas foram mortas em Amarante do Maranhão, no Maranhão, nesta sexta-feira (13). Uma das vítimas é o adolescente Dorivan Guajajara que tinha sinais de ferimentos feitos com faca.
“Tem que ter alguma Justiça para investigar isso. Precisamos de que se preocupem com o que está acontecendo conosco”, disse um dos irmãos de Dorivan, o indígena Luiz Carlos Guajajara à Comissão Pastoral da Terra. A família também diz que Dorivan havia recebido ameaças.
A violência na Terra Indígena Araribóia fez outras vítimas nas últimas semanas. “Em novembro, Paulo Paulino Guajajara foi brutalmente assassinado a tiros por invasores dentro de seu próprio território enquanto caçava. Na última semana, Firmino Praxede Guajajara e Raimundo Belnício Guajajara, foram mortos na Terra Indígena Cana Brava, próxima à Araribóia”, relata a Comissão.
A Comissão cita ainda dados do Centro Indigenista Missionário (Cimi), que revelam ao menos 20 mortes de Guajajara no território e nas imediações desde 1992.
*Com informações da Comissão Pastoral da Terra







