Governo vai excluir ‘menções de gênero’ em candidatura na ONU
Por Andreia Verdélio
O fortalecimento das estruturas familiares e a exclusão das menções de gênero são as prioridades que o governo do presidente Jair Bolsonaro apresentará na candidatura do Brasil à reeleição no Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas. As eleições ocorrem em outubro, durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU).
Em publicação em sua conta no Twitter, Bolsonaro confirmou a candidatura do Brasil à vaga e as prioridades do governo, caso o país seja reeleito para um segundo mandato. “As principais pautas estão ligadas ao fortalecimento das estruturas familiares e a exclusão das menções de gênero”, escreveu.
- Quem não pode circular hoje? Rodízio atinge placas 9 e 0 em São PauloVeículos com placas finais 9 e 0 têm restrição no Centro Expandido das 7h às 10h e das 17h às 20h.
- Datafolha: Flávio tem 51% e Lula 49% no segundo turno; empate técnicoDiferença nas intenções de voto totais caiu de quatro para dois pontos em uma semana. Levantamento ouviu 2.520 eleitores e tem margem de erro de dois pontos
- Defesa Civil renova alerta de chuva forte em São Paulo nesta sexta-feira (16)Solo encharcado preocupa autoridades, principalmente no leste paulista e na divisa com Minas Gerais. Moradores podem receber avisos gratuitos por SMS
- Frente fria mantém São Paulo em alerta para temporais nesta sexta-feiraSolo encharcado aumenta o risco de alagamentos e enxurradas, principalmente no leste paulista e nas áreas próximas à divisa com Minas Gerais
- Justiça prorroga prisão de Milton Leite por mais 30 dias em investigação sobre o PCCPolícia Civil ainda analisa celulares e computadores apreendidos na Operação Vectura Corrupta. Ex-presidente da Câmara de SP nega ligação com a facção
Criado em 2006, o conselho tem o objetivo de reforçar a promoção e a proteção dos direitos humanos pelo mundo, debater violações e fazer recomendações aos países. O Brasil foi eleito em 2016 para um mandato de três anos, iniciado em 1º de janeiro de 2017.
O órgão é composto por 47 países-membros, que não podem ser reeleitos após dois mandatos consecutivos. As vagas são distribuídas de acordo com a representação geográfica. Na próxima eleição, em outubro, há dois assentos para candidatos da América Latina e do Caribe para o triênio de 2020 a 2022.




