Amazônia: STF vai decidir sobre fundo da Lava Jato
Por André Richter

(Mayke Toscano/Governo do Estado de MT/Fotos Públicas)
- Rodízio em São Paulo nesta segunda-feira: placas 1 e 2 têm restriçãoVeículos com placas finais 1 e 2 têm restrição no Centro Expandido das 7h às 10h e das 17h às 20h.
- Ato de Flávio Bolsonaro reúne 71,9 mil na Avenida Paulista, aponta levantamentoLevantamento da USP/Cebrap registrou pico de público às 12h20. O candidato discursou antes do debate com Lula, marcado para a noite deste domingo
- Obras do Metrô interditam vias nas zonas Norte e Sul de São PauloNa Vila Albertina, motoristas poderão usar a pista do Novo Terminal João Paulo. Na Vila Paulista, um guindaste ocupará parte das vias durante a madrugada
- Prefeitura de São Paulo cria protocolo para corridas de rua com socorro em até 3 minutos e regras contra calor extremoOrganizadores terão de apresentar um plano médico com 20 dias úteis de antecedência. As novas exigências entram em vigor em 12 de dezembro
- Frente fria afasta temporais e derruba temperaturas na Grande São PauloO avanço de uma massa de ar polar pelo litoral estabilizou o clima na região metropolitana, encerrando a sequência de tempestades severas e mantendo os termômetros abaixo dos 23°C com ventos úmidos vindos do mar
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes realizou hoje (28) uma reunião com governadores dos estados da Amazônia para discutir a destinação de parte dos recursos de um fundo da Petrobras para o combate a queimadas e ao desmatamento ilegal na região.
O fundo tem R$ 2,5 bilhões e foi criado para receber valores recuperados pela Operação Lava Jato, em acordo com os Estados Unidos.
Na reunião, o governador do Amapá, Waldez Goes, representante do Consórcio de Desenvolvimento da Amazônia Legal, propôs que R$ 400 milhões sejam enviados diretamente para os nove estados da Amazônia Legal.
“Não se faz o combate às praticas ilegais, ao fogo, ao desmatamento, e não se faz um plano de prevenção para o futuro sem recursos. Esses recursos precisam ser buscados”, disse.
Também participaram da reunião os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, o advogado-geral da União (AGU), André Mendonça, e a procuradora-geral da República, Raquel Dodge.
Destinação
A destinação dos recursos do fundo para o combate a incêndios florestais na Amazônia passou a ser discutida, na semana passada, quando a mesa diretora da Câmara dos Deputados, por iniciativa do
presidente da Casa, fez o mesmo pedido de distribuição dos recursos em manifestação enviada ao STF. No pedido, Raquel Dodge defendeu que R$ 1,2 bilhão do fundo seja destinado para o combate ao fogo.
A Advocacia-Geral da União, representante do governo federal, defendeu que R$ 500 milhões sejam utilizados.
A decisão final será do ministro Alexandre de Moraes, que é relator do caso. O dinheiro do fundo diz respeito a multas decorrentes de prejuízos causados a investidores norte-americanos por causa da corrupção na Petrobras. A princípio, os recursos seriam destinados a uma fundação ligada à força tarefa da Lava Jato no Paraná, conforme acordo firmado entre a operação e o governo dos Estados Unidos, mas Moraes considerou que tal destinação seria ilegal, a partir de um pedido liminar feito pela Procuradoria-Geral da República (PGR).




