Política

Secretário diz que vai rever uso de câmeras na farda

O secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, disse nesta quarta-feira (4) que vai rever o programa de câmeras corporais na Polícia Militar de São Paulo. A declaração aconteceu durante entrevista à rádio Cruzeiro, de Sorocaba, a primeira como membro do governo Tarcísio de Freitas (Republicanos),

“Nós vamos rever o programa. O que existe de bom vai permanecer e o que não está sendo bom, e que pode ser cientificamente comprovado, a gente vai propor ao governador (Tarcísio de Freitas) possíveis alterações”, disse.

Guilherme Derrite, homem branco, com poucos cabelos no alto da cabeça e fios brancos. Fala ao microfone usando paletó e camisa social por baixo.
Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de SP (Gov. do Estado de SP)

Antes da posse, no início de dezembro, Tarcísio de Freitas disse que iria “manter” o programa implementado pela PM.

Segundo Derrite, a proposta é tornar a tecnologia “mais operacional”, mas não deu mais detalhes. “Agora, se de fato, a gente chegar à conclusão de que um ou outro aspecto está atrapalhando, que não está sendo positivo, a gente pode rever o programa sim”, afirmou.

A letalidade policial no estado de São Paulo teve redução de 80% quando militares passaram a usar câmeras no uniforme que filmam suas ações. Os dados são de julho de 2022.

O Olho Vivo, programa que prevê câmeras em PMS, foi implementado pela corporação paulista em 2020.

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