Atividade da indústria paulista fica estável em agosto
Por Elaine Patrícia Cruz

- Coritiba vence Corinthians fora de casa e sobe na tabela do BrasileirãoTime paranaense aproveita chances e derrota o Timão por 2 a 0 na Neo Química Arena
- Operação prende suspeitos e bloqueia R$ 33 milhões ligados ao Comando Vermelho em SPAção do Ministério Público e da Polícia Civil mira estrutura financeira e logística da facção no interior paulista
- Pesquisa Quaest mostra empate inédito entre Lula e Flávio BolsonaroLevantamento indica redução gradual da vantagem do presidente e avanço do senador entre eleitores independentes
- Justiça manda investigar morte de policial militar como feminicídioCaso da PM Gisele Santana, inicialmente tratado como suicídio, ganhou nova linha de investigação após laudo apontar sinais de agressão
- Governo pede investigação sobre alta de combustíveis em vários estadosSenacon solicita ao Cade apuração de possíveis práticas anticoncorrenciais após aumento de preços sem reajuste da Petrobras
- Grupo Pão de Açúcar pede recuperação extrajudicial para renegociar dívida de R$ 4,5 bilhõesCompanhia dona das redes Pão de Açúcar e Extra tenta reorganizar passivos e ganha prazo de 90 dias para negociar com credores
O nível de atividade da indústria paulista manteve-se estável em agosto em comparação a julho, na série com ajuste sazonal. Sem o ajuste, a alta foi de 3,1%.
Segundo o Indicador de Nível de Atividade (INA), divulgado hoje (1º) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pelo Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), a estabilidade se deveu à variação positiva das vendas reais, que cresceram 0,1% e pelos resultados negativos nas horas trabalhadas na produção (-0,2%) e no nível de utilização da capacidade instalada (-0,2 pontos percentuais).
Já o Sensor ficou abaixo da linha de estabilidade, indicando queda moderada da atividade industrial no estado. O índice ficou em 49,5 pontos, abaixo dos 50 pontos, valor que demonstra a expectativa de melhora das condições de mercado.
“Alguns estímulos dados como a liberação de recursos do FGTS e PIS-Pasep não serão suficientes para uma retomada mais consistente da atividade econômica em razão da deterioração do quadro externo”, disse José Ricardo Roriz Coelho, 2º vice-presidente da Fiesp.






