Coreia do Norte fala em reagir a eventual ataque americano
Por NHK
- São Paulo terá terça-feira de sol e calor de 29°C, mas chuva pode voltar à tardeA brisa marítima deve favorecer instabilidades no fim da tarde; a quarta-feira poderá ter temporais e rajadas de vento
- Polícia Militar apreende mais de 660 quilos de folhas de coca em ônibus que seguia para SPA carga estava em 27 malas no bagageiro de um coletivo com 37 passageiros; um homem boliviano foi preso
- Rodízio em São Paulo nesta terça-feira: placas 3 e 4 têm restriçãoVeículos com placas finais 3 e 4 têm restrição no Centro Expandido das 7h às 10h e das 17h às 20h.
- Volta do feriado de Finados provoca congestionamentos na Anchieta-ImigrantesA Ecovias implantou a Operação Subida 2×8; a previsão era de 342 mil veículos no sistema durante o feriado
- Casa de repouso na Zona Sul SP: localização é importante, mas não deve ser o único critérioVisitas presenciais ajudam a comparar serviços, acessibilidade, convivência e custos antes da contratação
O chefe do Exército da Coreia do Norte, Park Jong Chon, disse que seu país vai responder com rapidez caso os Estados Unidos (EUA) lancem um ataque militar. Ele fez o alerta nessa quarta-feira (4).
Na terça-feira (3), durante a cúpula da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Londres, o presidente norte-americano, Donald Trump, deu a entender que forças militares poderiam ser usadas contra Pyongyang.
A imprensa norte-coreana citou Park, segundo o qual se os EUA realizarem um ataque, a Coreia do Norte “adotaria imediatamente medidas correspondentes em qualquer nível”, e que os americanos enfrentariam “algo terrível”.
O chefe do Estado Maior do Exército do Povo Coreano disse que o líder Kim Jong-un não estava satisfeito com o comentário de Trump. Acrescentou que a relação próxima entre os dois líderes é a única garantia que impediria “um conflito físico”.
Negociações sobre desnuclearização estão paradas desde que a cúpula entre Trump e Kim, realizada em fevereiro no Vietnã, acabou sem acordo.
A Coreia do Norte pede aos EUA que apresentem um plano para acabar com o impasse até o fim do ano.
ONU
Membros europeus do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU) divulgaram declaração conjunta, condenando os lançamentos de mísseis balísticos pela Coreia do Norte.
Ontem, o Conselho de Segurança promoveu reunião a portas fechadas, após Pyongyang ter disparado, em 28 de novembro, dois mísseis balísticos que caíram no Mar do Japão.
A embaixadora da Polônia na ONU, Joanna Wronecka, leu o documento em nome de seis países europeus. Eles condenaram os contínuos testes de mísseis balísticos e afirmaram que as ações provocativas representam uma clara violação de resoluções do Conselho de Segurança.
A declaração pede à Coreia do Norte que se engaje em negociações significativas com os Estados Unidos visando à desnuclearização.
A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Kelly Craft, presidiu a reunião. Contudo, o lado americano não aderiu à declaração.
Segundo a maioria dos membros, os testes de mísseis pela Coreia do Norte representam violação de sanções das Nações Unidas. No entanto, o Conselho de Segurança não expressou solidariedade porque o governo do presidente americano, Donald Trump, busca o diálogo com Pyongyang.




