Moradias populares serão construídas onde prédio desabou

- Linha 6-Laranja do Metrô terá primeiras estações inauguradas ainda em junho em São PauloNovo trecho começa a operar entre a Brasilândia e a região de Perdizes, marcando uma das maiores entregas da mobilidade urbana da capital
- Inverno em São Paulo: confira o que fazer na capital neste fim de semana geladoMuseus, gastronomia, parques e passeios culturais são opções para aproveitar as baixas temperaturas na cidade
- Inverno começa neste domingo (21) com frio, chuva e céu encoberto em São PauloPrimeiro dia da estação será marcado por temperaturas baixas, ventos e instabilidade na capital paulista
- Rodízio de veículos em São Paulo: como funciona e dicas para evitar multasEntenda as regras do rodízio municipal e saiba como se organizar para circular pela capital paulista sem transtornos
- Operação Baixas Temperaturas reforça atendimento à população vulnerável durante o inverno em São PauloPrefeitura amplia ações de acolhimento, distribuição de alimentos e oferta de abrigo em noites de frio intenso
A prefeitura de São Paulo anunciou, hoje (29), a construção de uma unidade de moradias populares no terreno do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou em 2018, após um incêndio. O novo prédio terá 14 andares e 90 apartamentos.
O terreno pertence ao governo federal, e após negociações, ficou estabelecida a transferência da titularidade da área para a esfera municipal. A exigência era a de que a prefeitura apresentasse à Secretaria do Patrimônio da União (SPU) o projeto executivo da obra. O acordo para transferência do terreno foi firmado nesta terça-feira (28).
As obras do prédio estão previstas para começar em 1º de maio, quando a tragédia completa dois anos, deixando sete mortos.
De acordo com a prefeitura, como a área do terreno é tombada, o projeto deverá seguir a lei de zoneamento e o plano diretor da cidade. Para a viabilização do empreendimento, serão utilizados recursos do programa Pode Entrar.

A edificação original contava com 24 andares e abrigava, pelo menos, 291 famílias. Situada no Largo do Paiçandu, foi inaugurada em 1968, e chegou a ser sede da Polícia Federal, mas estava abandonada há 15 anos, quando foi ocupada.
Embora o prédio fosse de alvenaria, o espaço interior era dividido com paredes de compensado de madeira. A precariedade das condições de vida no local também podia ser constatada pelo sistema de fornecimento de água e energia elétrica, instalados de forma irregular e pagos pelos moradores a pessoas designadas como coordenadores do local.
Por Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil







