Proibida a venda de seis marcas de azeite
Por Jonas Valente

O Ministério da Agricultura proibiu a comercialização de seis marcas de azeite. A decisão foi tomada após equipes de fiscalização encontrarem produtos fraudados ou impróprios para o consumo. As marcas vetadas foram: Oliveiras do Conde, Quinta Lusitana, Quinta D’Oro, Évora, Costanera e Olivais do Porto.
A fiscalização descobriu azeites com problema em Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Santa Catarina e São Paulo. Os itens estavam em redes de supermercados e pequenos estabelecimentos de comercialização de alimentos.
- Governo de SP passa a monitorar Rio Tietê e Pinheiros por satélite e inteligência artificialNova tecnologia acompanha cerca de mil quilômetros do rio e permite identificar focos de poluição em tempo real
- Quinta-feira será de sol, frio pela manhã e tempo seco na capital paulistaMassa de ar frio mantém temperaturas baixas no início do dia, mas sol favorece elevação gradual dos termômetros à tarde
- Menor suspeito de integrar gangue “quebra-vidros” é apreendido na Zona Sul de São PauloPolícia encontrou vídeos no celular do menor mostrando roubos e furtos praticados na região central da capital
- Rodízio em São Paulo: veículos com placas finais 5 e 6 não podem circular nesta quarta-feira (17)Restrição vale nos horários de pico e abrange todo o centro expandido da capital paulista
- Mortes no trânsito caem mais de 10% em São Paulo e atingem menor patamar do anoDados do Infosiga apontam redução de óbitos entre motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres em maio
A identificação resultou de uma operação da Polícia Civil de São Paulo, que encontrou uma fábrica clandestina que adulterava azeites, misturando óleos para colocar no mercado garrafas sem azeite de oliva. Essa prática é fraude ao consumidor e crime à saúde pública. Após essa operação, foram testadas 54 marcas do produto.
Os comerciantes do produto, como redes de supermercado, onde foram encontrados os itens irregulares, terão de informar os estoques restantes. Caso se recusem a fornecer informações sobre a presença desses produtos, podem ser autuados.
A empresa pega vendendo produtos das marcas objeto da proibição poderão ser denunciadas ao Ministério Público Federal e responsabilizadas criminalmente, bem como punidas com multas de R$ 5 mil por ocorrência.
O Ministério da Agricultura alerta os consumidores a desconfiar de azeites muito baratos, pois há boas chances de adulteração. Segundo o órgão, em geral o item custa em torno de R$ 17, enquanto exemplares falsificados são comercializados por entre R$ 7 e R$ 10.







