BA: não há risco de outra barragem se romper, diz Defesa Civil
Por Gilberto Costa
- Corinthians segura Rosario Central com dez e decide vaga em casa na LibertadoresTimão ficou com dez após expulsão de Allan e contou com Hugo Souza para segurar o 0 a 0; goleiro denunciou ofensas racistas
- Rodízio em São Paulo: placas 9 e 0 têm restrição nesta sexta-feiraRestrição vale das 7h às 10h e das 17h às 20h no Centro Expandido; motoristas devem ficar atentos para evitar multa
- Tempo em São Paulo muda nesta sexta com alerta de temporais e calor de 35°CItapeva e Vale do Ribeira ficam em alerta para temporais, enquanto centro-norte paulista enfrenta calor e baixa umidade
- Rodízio em São Paulo restringe placas 7 e 8 nesta quinta-feiraRestrição para veículos com placas terminadas em 7 e 8 vale das 7h às 10h e das 17h às 20h no Centro Expandido
- Onde comer bem em São Paulo: 8 restaurantes para conhecer na capitalSeleção reúne restaurantes brasileiros, italianos, japoneses e churrascaria, com endereço e horários para planejar a visita

A Defesa Civil na Bahia informou que estudos feitos na barragem Lagoa Grande, no município de Pedro Alexandre, atestam que não há risco de rompimento no local. Na última quinta-feira (11), a cidade vizinha Coronel João Sá foi invadida pelas águas do Rio do Peixe após o transbordamento e o rompimento da barragem Quati, também localizada em Pedro Alexandre.
Em entrevista à Agência Brasil, o coordenador da Defesa Civil em Coronel João Sá, Diego Santos, explicou que uma vistoria realizada na barragem Lagoa Grande indica que o local “está sem risco” de também romper, provocando nova cheia do Rio do Peixe e, consequentemente, outra inundação no município.
Casas interditadas

A expectativa, de acordo com o coordenador, é que mais de uma centena de residências particulares sigam interditadas em Coronel João Sá. Segundo ele, após o escoamento da água que inundava a cidade, foi verificado que há muitas casas que aparentam risco por causa de rachaduras e precisam ser avaliadas.
Santos destacou que moradores que tiverem voltado para residências consideradas sob risco terão de retornar aos abrigos, onde estão sendo fornecidos colchões, mantimentos em geral e refeições.
“A alimentação é preparada pelas cozinheiras das escolas, que estão servindo de abrigo. As aulas estão suspensas”, informou. De acordo com ele, além da supervisão das casas e do atendimento das pessoas desalojadas, a defesa civil e o corpo de bombeiros trabalham na remoção de entulho e lixo provocados pelo alagamento.







