Preso homem suspeito de vender arma para massacre em Suzano

A Polícia Civil de São Paulo prendeu hoje (10) um homem, de 47 anos, apontado como responsável pela venda da arma de fogo e munições aos dois atiradores que invadiram, no último dia 13, em uma escola em Suzano, em São Paulo. No ataque cinco estudantes, duas funcionárias do colégio e um empresário foram mortos. Os dois atiradores também morreram.
Segundo as investigações policiais, o homem vendeu um revólver calibre 38, com a numeração raspada, para o adolescente, de 17 anos, que comandou o ataque à Escola Estadual Professor Raul Brasil, no qual morreram oito pessoas e 11 ficaram feridas.
- PM salva recém-nascido engasgado em base policial na Zona Sul de São Paulo; veja o vídeo
- Dia do Vira-Lata: conheça as leis de São Paulo que reforçam a proteção aos animais
- Sol e tempo seco predominam em São Paulo neste sábado (1º); veja a previsão
- Tempo em São Paulo: quinta-feira (30) será de frio, muitas nuvens e chance de chuva
- Frente fria provoca ventos acima de 100 km/h, deixa um morto e causa transtornos em SP
Há um mês os policiais investigam o crime. Os aparelhos celulares dos envolvidos no tiroteio foram rastreados e analisados. A partir dessas investigações, a Polícia Civil chegou ao principal suspeito de ter negociado a venda da arma.
O ataque à escola chocou o país. No começo da manhã, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, foram à locadora de Jorge Antonio Moraes, de 51 anos. Lá, eles atiraram contra Jorge, que era tio de Guilherme, e deixaram o local em um carro Chevrolet Onix branco roubado e seguiram para o colégio.
Com base nos primeiros depoimentos, a polícia acredita que os dois atiradores partiram para o ataque com um intervalo mínimo entre ambos. Quando eles se deparam no Centro de Línguas, no colégio, com a porta fechada e perceberam que estavam encurralados pelos policiais da força tática teriam se desesperado.
Pelas investigações, Taucci matou Luiz Henrique, depois atirou contra si.
*Com informações de Bruno Bocchini, repórter da Agência Brasil.







