Condenado a 9 anos, Palocci vai para o regime aberto
Por André Richter
- Rodízio de veículos em São Paulo: veja quais placas não podem circular nesta sexta-feira (7)Restrição vale para veículos com placas de final 9 e 0 nos horários de pico no Centro Expandido da capital
- Internacional elimina o Corinthians e avança às quartas de final da Copa do BrasilTimão vence por 2 a 1 na Neo Química Arena, mas não consegue reverter a desvantagem do jogo de ida e dá adeus à competição
- Licenciamento 2026: veículos com placas finais 3 e 4 devem ser regularizados até 31 de agosto em SPProprietários precisam quitar IPVA, multas e a taxa de licenciamento para emitir o documento atualizado do veículo
- Ciclone extratropical coloca São Paulo em alerta para ventos de até 100 km/h; veja as regiões de maior riscoDefesa Civil emite alerta vermelho para nove regiões do estado e orienta população a redobrar os cuidados diante da previsão de ventania, chuva e descargas elétricas
- Rodízio de veículos em São Paulo: veja quais placas não podem circular nesta quinta-feira (6)Restrição vale para veículos com finais de placa 7 e 8 nos horários de pico no Centro Expandido da capital

A Justiça Federal em Curitiba autorizou hoje (5) o ex-ministro Antonio Palocci a progredir ao regime aberto da condenação a nove anos de prisão em um dos processos da Operação Lava Jato.
Desde novembro do ano passado, Palocci cumpre a condenação em regime semiaberto com monitoramento por tornozeleira eletrônica. De acordo com a decisão do juiz federal Danilo Pereira Júnior, o ex-ministro já cumpriu os requisitos temporais para progressão da pena, conforme previsto na legislação penal.
Pelas condições do regime, Palocci deverá permanecer em casa todas as noites. Ele também está proibido de sair de sua cidade sem autorização da Justiça.
Palocci teve direito aos benefícios após a Justiça homologar um acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF).
O ex-ministro foi condenado em 2017 por participação em esquema de corrupção no qual beneficiou a Odebrecht em contratos com a Petrobras envolvendo a construção de embarcações. Segundo o Ministério Público Federal (MPF), o ex-ministro também geriu propinas para o PT, com repasses para outras pessoas, inclusive em contas no exterior.







