Mercado de seguros cresceu 12,1% em 2019

- Zona Sul de São Paulo recebe 2.820 escrituras gratuitas; veja os bairrosJardim Santa Cecília e Jardim Lucélia estão entre os bairros contemplados. Em apenas seis dias, a Prefeitura regularizou 6.173 imóveis na região, que concentra o maior número de títulos entregues na cidade
- Governo de São Paulo assina contrato de R$ 6 bilhões para nova sede no CentroA parceria terá duração de 30 anos e prevê a construção de edifícios administrativos, a restauração de 17 imóveis históricos e a ampliação do Parque Princesa Isabel
- Sábado terá calor, chuva forte e risco de alagamentos em São PauloTermômetros podem chegar aos 26°C antes da mudança no tempo. No domingo, a máxima cai para 21°C, e o CGE alerta para risco de transbordamentos e deslizamentos
- Polícia esclarece 4 mortes entre 17 corpos encontrados em São PauloOs casos ocorreram entre setembro e outubro na capital e na Grande São Paulo. O DHPP recebeu reforço de investigadores para identificar os responsáveis pelas demais mortes
- São Paulo registra sequência de corpos encontrados; polícia investiga mortesO caso mais recente ocorreu no Rio Pequeno, onde um homem foi localizado com mãos e pés amarrados
O mercado de seguros nacional fechou o ano de 2019 com arrecadação de R$ 270,1 bilhões, excluindo saúde suplementar e o seguro de DPVAT. O aumento nominal sobre o ano anterior foi de 12,1%. Descontada a inflação, o aumento real em comparação a 2018 foi de 8,1%. Os dados foram divulgados, hoje (13), pela Confederação Nacional das Seguradoras (CNSEG).
“O resultado foi bom”, comemorou o presidente da CNSEG, Marcio Coriolano.
De 2009 a 2014, o setor de seguros brasileiro cresceu mais de dois dígitos, superando o aumento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país), com maior crescimento, de 21,7%, em 2012, “quando o Brasil estava bombando”, disse Coriolano.
Com as expectativas econômicas começando a melhorar no ano passado, o setor de seguros experimentou uma recuperação significativa, mostrando mudança no perfil dos contratos, com a busca pela proteção contra infortúnios eventuais, explicou Coriolano. As provisões técnicas que garantem os riscos do sistema atingiram a cifra inédita de quase R$ 1,2 trilhão, ativos que retornam ao país sob a forma de lastro para financiamentos e pagamento da dívida pública.
Expectativas
Para 2020, as expectativas são de que o setor segurador poderá repetir o índice alcançado no ano passado, com destaque para os seguros de saúde e vida, acumulação, patrimoniais, rural, grandes riscos de engenharia e de transporte, crédito e garantia, marítimo e aeronáutico. “Esses setores vão alavancar mais os seguros”, disse Coriolano, acrescentando que tudo vai depender do aumento da produção industrial e da recuperação dos setores da indústria nacional.
Em uma avaliação pessimista, a CNSEG prevê que o aumento do setor segurador em 2020 poderá atingir 6,7%, subindo essa taxa para 13,4%, em uma perspectiva otimista. O índice será alinhado ao longo do ano, disse Marcio Coriolano, acrescentando que o avanço menor ou maior vai depender dos rumos da economia, incluindo três fatores principais, a produção, o emprego e a renda.
Por Alana Gandra – Repórter da Agência Brasil




