Diesel e Gasolina ficam mais caro nesta quinta-feira
Por Vladimir Platonow

- Domingo começa com neblina e termina com calor em São Paulo; veja a previsãoEstado terá predomínio de tempo firme, baixa umidade no interior e possibilidade de nevoeiros durante a manhã
- PM salva recém-nascido engasgado em base policial na Zona Sul de São Paulo; veja o vídeoBebê de apenas três dias chegou à Base Comunitária Klabin sem reação e voltou a respirar após manobras realizadas por policiais militares
- Dia do Vira-Lata: conheça as leis de São Paulo que reforçam a proteção aos animaisEstado aprovou normas que incentivam a adoção responsável, proíbem o acorrentamento permanente e reconhecem cães e gatos como seres sencientes
- Sol e tempo seco predominam em São Paulo neste sábado (1º); veja a previsãoMassa de ar seco mantém o tempo firme no estado, enquanto a faixa leste pode ter nevoeiro e chuva fraca no início do dia
- Tempo em São Paulo: quinta-feira (30) será de frio, muitas nuvens e chance de chuvaApós a passagem da frente fria, temperaturas caem na capital e o tempo permanece instável ao longo do dia
A Petrobras anunciou, na noite desta quarta-feira (18), reajuste nos preços da gasolina e do óleo diesel. Os novos valores passam a valer nesta quinta-feira (19) nas vendas de refinarias para distribuidoras.
O litro da gasolina foi reajustado em 3,5% e o do diesel, em 4,2%. Para o consumidor final, porém, sobre esses valores, serão acrescidos encargos tributários e trabalhistas e as margens de lucro dos postos de combustíveis.
Na última segunda-feira (16), a Petrobras divulgou nota sobre o bombardeio de refinarias na Arábia Saudita, responsável pela produção de 5% do petróleo mundial, o que gerou uma imediata elevação dos preços dos combustíveis no mundo. A estatal informou, na ocasião, que continuaria monitorando os preços do petróleo e não faria um ajuste de forma imediata.
O último reajuste da gasolina no Brasil havia sido em 5 de setembro e o do diesel, em 13 de setembro. Em sua página na internet, a Petrobras explica como funcionam o mecanismo e as decisões de formação de preços dos combustíveis por ela vendidos.
“Nossa política de preços para a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras tem como base o preço de paridade de importação, formado pelas cotações internacionais destes produtos mais os custos que importadores teriam, como transporte e taxas portuárias, por exemplo. A paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos”, explica, em nota, a estatal.
Segundo a companhia, a gasolina e o diesel vendidos às distribuidoras são diferentes dos produtos no posto de combustíveis. São os combustíveis tipo A: gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel sem adição de biodiesel. “Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis.”







