Sem citar conflito entre EUA e Irã, Papa pede paz

- São Paulo terá sexta-feira sem chuva e temperatura chega aos 21°CDepois de uma sequência de dias frios e úmidos, São Paulo terá tempo mais firme nesta sexta-feira (18), com máxima prevista de 21°C e sem expectativa de chuva
- Quem não pode circular hoje? Rodízio atinge placas 9 e 0 em São PauloVeículos com placas finais 9 e 0 têm restrição no Centro Expandido das 7h às 10h e das 17h às 20h.
- Bilhete Único ficará sem recarga por sete horas neste fim de semana em SPPassageiros poderão utilizar normalmente os créditos já disponíveis nos cartões, mas sistemas de cadastro, compra, venda e recarga serão interrompidos para manutenção
- Investigação sobre PCC alcança concessionárias de linhas de bairro em São PauloApurações da Polícia Civil e do Ministério Público apontam suspeitas envolvendo empresas do transporte coletivo; casos incluem possíveis crimes como lavagem de dinheiro, extorsão e relações com integrantes da facção
- Prefeitura de SP avalia intervenção na A2 Transportes após operação contra o PCCGestão Ricardo Nunes determinou o afastamento de dois diretores em até 24 horas e criou grupo para analisar contratos e possíveis irregularidades na empresa de ônibus
Sem citar o conflito no Oriente Médio, o Papa Francisco disse durante a Oração de Angelus deste domingo (5) que “em tantas partes do mundo sente-se o terrível ar de tensões. A guerra traz sempre morte e destruição. Chamo todas as partes a manter acesa a chama do diálogo e do autocontrole e de esconjurar a sombra da inimizade. Rezemos em silêncio pedindo esta graça”.
No sábado (4), pelo Twitter, o líder da Igreja Católica pediu paz.
Desde que o Departamento de Defesa dos EUA divulgou uma declaração na quinta-feira (2) informando que “sob o comando do presidente, as forças armadas dos EUA agiram defencivamente de forma decisiva, matando Qassem Soleimani para proteger os indivíduos americanos no exterior”, os líderes mundiais estão sob tensão.
A embaixada norte-americana em Bagdá, atacada na terça-feira(31) por pró-iranianos, apelou aos seus cidadãos que deixem o Iraque “imediatamente”. O pedido foi divulgado poucas horas depois do assassinato do general iraniano Qassem Soleimani numa operação dos Estados Unidos.
O presidente americano Donald Trump buscou justificar o ato. Em sua conta no Twitter, declarou que Soleimani matou ou feriu “milhares de americanos por um período estendido de tempo e planejava matar muito mais” e acusou-o de participar da morte de manifestantes iranianos em seu país.
No Irã, o sentimento é de vingança – o presidente e os Guardas da Revolução garantiram que o país e “outras nações livres da região” vão vingar-se dos Estados Unidos. De acordo com a televisão estatal iraniana, Irã deixará de limitar enriquecimento de urânio e pretende afastar-se do acordo nuclear.
No Brasil, o Ministério da Relações Exteriores disse na sexta-feira(3), por meio de nota, que o governo brasileiro ao tomar conhecimento das ações conduzidas pelos Estados Unidos no Iraque manifesta seu apoio “à luta contra o flagelo do terrorismo”. A nota diz ainda que o país está “pronto a participar de esforços internacionais que contribuam para evitar uma escalada de conflitos neste momento.”








