Delator, hacker que invadiu celulares será solto
Por André Richter
- CPTM: greve paralisa linhas 11, 12 e 13 nesta terça-feira (4) em São PauloFerroviários cruzam os braços em protesto contra a concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade; Prefeitura suspende o rodízio de veículos
- Rodízio de veículos é suspenso em São Paulo devido a greve da CPTMPrefeitura cancelou a restrição para amenizar os impactos da paralisação nas linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade
- Sol forte e tempo seco marcam a previsão para esta terça-feira (4) em São PauloMassa de ar seco mantém o tempo estável em todo o estado; umidade baixa aumenta o risco de queimadas
- Palmeiras goleia o Fortaleza e abre larga vantagem nas oitavas da Copa do BrasilVerdão vence por 3 a 0 no Nubank Parque e pode perder por até dois gols no jogo de volta para avançar às quartas de final
- Tempo em São Paulo: segunda-feira (3) terá sol entre nuvens e temperaturas de até 27°CSemana começa com tempo firme na maior parte do dia, manhã amena e céu parcialmente nublado na capital paulista
A Justiça autorizou o estudante Luiz Molição, um dos suspeitos invadir celulares e aplicativos de autoridades, a deixar a prisão. A decisão foi proferida ontem (3) pela 10ª Vara Federal do Distrito Federal, após a homologação do acordo de delação feito pelo acusado. A data na qual Molição deixará a prisão não foi divulgada. Pelo acordo, ele deverá usar tornozeleira eletrônica como uma das medidas cautelares impostas no acordo.
Em julho, Molição e mais três investigados foram presos durante a Operação Spoofing, da Polícia Federal, sob a acusação de invadir o celular do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, do procurador Deltan Dallagnol, entre outros. Os acusados também são suspeitos de interceptar e divulgar parte das comunicações do ministro.
A operação foi batizada de Spoofing, expressão relativa a um tipo de falsificação tecnológica, que procura enganar uma rede ou uma pessoa fazendo-a acreditar que a fonte de uma informação é confiável quando, na realidade, não é. De acordo com o Ministério da Justiça e Segurança Pública, o ministro percebeu a tentativa de invasão no dia 4 de junho deste ano, quando recebeu uma ligação do seu próprio número.
Após a chamada, Moro recebeu novos contatos por meio do aplicativo de mensagens Telegram, que o ministro afirma que já não usava há cerca de dois anos. Imediatamente, o ministro abandonou a linha e acionou a Polícia Federal.







